O que a Damnworks faz?

 

Projetos de conteúdo e de presença em redes sociais para marcas que já sabem que só anunciar não basta – é preciso ouvir, dialogar, engajar.

A Damnworks é uma empresa 100% dedicada a produzir conteúdo para marcas. Nosso expertise é planejar e implementar projetos de brand content. Seja em mídia digital, mídia impressa ou mídia eletrônica. Seja na blogosfera ou nas redes sociais. Seja em formato de blog, de uma fan page no Facebook, de um perfil no Twitter, de um aplicativo para tablet, de um livro corporativo, de uma revista de marca, de um programa de TV ou de rádio, de uma apresentação em Keynote.Você traz a necessidade. Você nos dá o briefing. A gente sugere a melhor solução. Nossa missão é lhe ajudar a contar as histórias da sua marca para os seus públicos da melhor forma possível.Nossa crença é que as marcas não podem mais apenas anunciar. Elas precisam dialogar com seus públicos. E para isso precisam criar uma voz própria. Qual o tom e o timbre dessa voz? O que será dito e de que maneira? Ou seja: as marcas precisam produzir seu próprio conteúdo – brand content. E esse conteúdo precisa ter excelência – da direção e do planejamento editoriais até à produção e o acompanhamento diários dos projetos.

As marcas precisam engajar. Precisam cativar. Precisam estabelecer laços autênticos com seus públicos. E para isso precisam ouvir – e responder – aos brand lovers (e também aos brand haters) que se dirigem a ela todo dia. A revolução digital trouxe o consumidor para a antesala da empresa. Ele está vendo você; você não pode dizer que não está nem mandá-lo voltar outro dias. E o consumidor não quer mais apenas ouvir. Ele quer falar. Porque ele tem o que dizer. E ele quer ser ouvido. Ele demanda respostas rápidas, honestas e que façam sentido. Ou você se apresenta para conversar com ele ou pode dizer adeus a esse cliente. Essa conversa é abastecida com conteúdo – brand content.

Nosso negócio é gerar plataformas de comunicação e de relacionamento para empresas e produtos com seus públicos. Esses ambientes se transformam em comunidades construídas ao redor da marca, formadas por consumidores, clientes e prospects.

Nossa missão, em suma, é transformar prospects em consumidores. E consumidores em fãs.

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Video Fiat Mio – Salão do Automóvel 2010

 

 

Focus Comments

Focus Comments: um projeto ousado e sofisitcado da Ford e da JWT implementado pela Damnworks

Focus Comments: um projeto ousado e sofisitcado da Ford e da JWT implementado pela Damnworks

A Damnworks, atuando ainda como Doce Ofício, foi chamada para implementar o sofisticado planejamento da JWT para essa ação, que durou muito meses e foi suportado por uma campanha tradicional. Trabalhamos com produção de conteúdo original sobre o Focus e também com a administração da interatividade dos clientes e prospects da Ford atraídos para o projeto.

Philips Impress

Plataforma Impress da Philips: conteúdo diário para homens interessados em viver com mais saúde e bem estar

Plataforma Impress da Philips: conteúdo diário para homens interessados em viver com mais saúde e bem estar

A Philips e a sua agência digital, a AgênciaClick, chamaram a Damnworks em 2011 para construirmos a seis mãos a plataforma Impress no Brasil – um ambiente que celebra o grooming, a cosmética masculina, e que se destina a trocar informações com os homens brasileiros sobre o mundo da barba, do bigode, do cabelo e dos cuidados com a pele.

A plataforma Impress finca a bandeira da Philips junto ao universo masculino, reforçando as características da marca de provedora universal de saúde e bem estar para as pessoas.,

O conteúdo Philips Impress é produzido diariamente com a missão de oferecer muita utilidade e relevância de um lado, mas também muita diversão e irreverência de outro.

Plataforma de Trainees Ambev

Plataforma de Trainees Ambev: aproximando ainda mais a empresa dos jovens talentos

Plataforma de Trainees Ambev: aproximando ainda mais a empresa dos jovens talentos

A Ambev e a sua agência, a Loducca, chamaram a Damnworks, então ainda chamada Doce Ofício, para construirmos juntos o melhor conteúdo para trainees do mundo.

A ideia era dialogar de perto com os melhores talentos brasileiros em início de carreira – um insumo crítico para empresas de ponta como a Ambev. A missão era falar a língua desses jovens profissionais, conversar sobre os seus interesses, os seus sonhos, esclarecer suas dúvidas profissionais, oferecer ferramentas e conhecimento para que eles trabalhem cada vez melhor e mais felizes. Sobretudo, a Plataforma de Trainees Ambev serviu para deixar com que os jovens talentos conheçam um pouco mais da cultura e das pessoas que fazem a Ambev.

O projeto contribuiu para que o Programa de Trainees Ambev tenha batido todos os recordes de inscrições em 2010. Em 2011, no segundo ano do projeto, batemos o recorde outra vez.

Sony Ericsson Preview

O Preview provou no dia a dia, diante de milhares de olhares atentos e exigentes, que Sony Ericsson e Android tem tudo a ver.

O Preview provou no dia a dia, diante de milhares de olhares atentos e exigentes, que Sony Ericsson e Android tem tudo a ver.

Eu ainda estava no Gizmodo e a Sony Ericsson nos chamou para desenvolvermos um Brand Channel. A solução foi sugerida pela AgênciaClick – uma plataforma que apresentasse os produtos e as inovações da marca, de um lado, e que desvendasse o mundo do Android para o usuário brasileiro.

Corri o ano de 2010 e nós nos pusemos ao trabalho. Desenvolvemos tutorias de produtos, dissecamos novidades da marca, novas tecnologias do mercado mobile e, sobretudo, apresentamos de forma clara e completa tudo o que havia para saber sobre o sistema operacional para celulares do Google – fincando a bandeira da Sony Ericsson nesse território que ninguém ainda havia chamado para si.

Os resultados foram e são espetaculares, em termos de audiência, de relevância e de engajamento. Uma colossal comunidade de usuários de celular interessados em saber mais sobre Android e sobre os produtos da Sony Ericsson se reuniram ao redor de marca – e continuam por lá.

Trendy House Pepsi

Trendy House Pepsi: tudo o que estava acontecendo de mais divertido na internet, em tempo real

Trendy House Pepsi: tudo o que estava acontecendo de mais divertido na internet, em tempo real

O Trendy House Pepsi foi outro brand channel que praticamente inaugurou o Gizmodo Brasil – ele estreou em novembro de 2008, dois meses depois do debut do Giz no país. Desenhei o brand channel com o cliente e com a agência, a Almap. Eu estava desenvolvendo o modelo de negócios da Spicy Media naquele momento, baseando nossa entrega em brand content – não se falava muito nisso naquele momento e não havia quase nenhum case relevante no Brasil. Fomos pioneiros e inventamos o caminho ao andar. Não tínhamos muito para quem olhar porque todos estavam olhando para nós. E fomos bastante bem sucedidos.

A missão do Trendy House era contar para os usuários tudo que estava acontecendo de mais interessante e divertido na internet, em tempo real. Essa era a propriedade editorial que nós construímos para a Pepsi – irreverência, juventude, cultura pop – ao longo de quase três anos. O Trendy House foi o Brand Channel com maior audiência no Gizmodo e também o que ficou mais tempo no ar – quase 36 meses. Não preciso dizer também que o Trendy House oferecia um dos conteúdos mais fun e antenados da internet brasileira. Um baita case na construção de plataformas de comunicação e relacionamento da marca com seus públicos. O Trendy House Pepsi praticamente inaugurou o conceito de Brand Channel no Brasil

HP Spot

HP Spot: os amantes das artes digitais tinham um encontro marcado com a HP neste histórico Brand Channel do Gizmodo Brasil

HP Spot: os amantes das artes digitais tinham um encontro marcado com a HP neste histórico Brand Channel do Gizmodo Brasil

O HP Spot, que criei quando ainda estava tirando o Gizmodo Brasil do forno, em outubro de 2008, foi uma parceria com a McCann e com a HP. Um trabalho bem feito a seis mãos – cliente, agência e fornecedor. Como é comum acontecer nos melhores cases.

A HP tinha o desejo de se posicionar como uma marca mais cool junto aos geeks. E nós desenvolvemos juntos o conceito de um brand channel no Gizmodo – o HP Spot – destinado a ser o melhor hub da internet brasileira sobre a convergência de criatividade e tecnologia. Todas as artes e manifestações criativas que dependem de um computador para acontecer eram apresentadas aos leitores do Gizmodo pela HP. Animação, design gráfico, film making, slow motion, ilustração, web design, enfim, estava tudo lá, em primeira mão. Foi o primeiro brand channel a estrear no Gizmodo.O HP Spot gerou uma comunidade ao redor de si que passou a enxergar a marca de uma outra maneira.

O brand channel ficou no ar 18 meses, até que o posicionamento global da marca mudou e o conceito central do hub infelizmente deixou de fazer sentido para as intenções de branding da empresa. Um ano depois da sua retirada no ar, o servidor em que o brand channel estava hospedado ainda registrava 20% da audiência diária que tinha quando estava na ativa, resultado da relevância que o HP Spot tinha adquirido nas buscas do Google – as pessoas faziam suas pesquisas e as páginas do HP Spot continuavam sendo citadas logo nos primeiros hits do Google.Trata-se de um projeto que me ensinou muito e que deixou muita saudade em muita gente.

O HP Spot deixou me ensinou muito e deixou muita saudade em um monte de gente.

Os Limõezinhos da Pepsi

Tinha gente comprando a revista só para acompanhar as aventuras de dois estagiários marrentos...

Tinha gente comprando a revista só para acompanhar as aventuras de dois estagiários marrentos…

Aí um dia o pessoal da Almap me chamou, circa 2006, quando eu ainda estava na Abril, e disse – queremos transformar os limõezinhos de Pepsi Twist em personagens da cultura nacional. Eu adoro reunião assim – em que você toma um briefing provocante e desafiador pela frente. Você sabe que se achar as respostas certas vai detonar aquele circuito mágico e benfazejo em que todo mundo fica feliz – cliente, agência e consumidor.

A solução que a gente encontrou, a quatro mãos com a Almap, foi criar uma história com os limõezinhos dentro das revistas da Abril – eles seriam “contratados” como estagiários nas redações do Núcleo Jovem, que eu dirigia à época. Estagiários marrentos, como era a característica deles. Então eles passaram a fazer interferências marotas no conteúdos de Capricho, Mundo Estranho, Superinteressante e cia. E ganharam o gosto do público, que passou a sacar que havia ali uma narrativa paralela, baseada nas gags dos limões.

Em três anos de projeto e de narrativa, muitos prêmios, muita visibilidade de marca e até mesmo um novo título no mercado editorial brasileiro!

No segundo ano do projeto eles foram “promovidos” a editores das revistas e no terceiro ano ganharam uma revista própria, que era encartada com os títulos do Núcleo Jovem. O projeto foi um sucesso e ganhou muitos prêmios. Era storytelling puro – muito antes de essa palavra ser cunhada. E funcionou demais – sim, marcas precisam contar suas histórias. Porque, você sabe, ela tem muitas histórias a contar.

 

Revista Carro Gol – 18 anos na liderança!

Esse foi o meu primeiro projeto de Brand Content. Foi aí que comecei a ver o poder do grande conteúdo a serviço das marcas.

 

Esse foi o meu primeiro projeto de Brand Content. Foi aí que comecei a ver o poder do grande conteúdo a serviço das marcas.

Corria o ano de 2005 e o briefing da Almap era lançar mão de conteúdo editorial para contar a história do carro Gol, da Volkswagen, no Brasil. O Gol existia há 25 anos e há 18 era líder de vendas no país. Ainda na Abril, eu desenvolvi junto com o time do Núcleo Jovem um infográfico de 80 páginas – provavelmente merecíamos estar no Guinness Book por conta disso – contando essa história de sucesso.

Fomos para casa, brainstormamos e a nossa solução criativa foi criar um grande timeline, varando uma revista do começo ao fim. Cada página dupla marcava um ano desses 25 de Gol no Brasil. Na parte de baixo da linha do tempo, que corria transversalmente por todas as páginas, dando unidade à revista, a gente fazia uma viagem na história do carro, modelo a modelo, ano a ano, com todas as inovações e mudanças que o Gol ia apresentando. Na parte de cima, a gente ia mostrando o que estava acontecendo no Brasil e no mundo na mesma época. Durante o processo de apuração jornalística, resgatamos aspectos da história do carro que nem mesmo a Volkswagen lembrava mais.

A nossa missão editorial era reforçar a ligação emocional do consumidor com seu carro – a campanha publicitária tinha essa pegada, posicionando o Gol como o carro companheiro, como o carro com o qual você tem um passado, uma relação afetiva. E acho que conseguimos. Não apenas porque o projeto tenha sido multipremiado em várias competições publicitárias. Não apenas porque o leitor de fato enxergava sua vida retratada ali e via como o Gol tinha participado de todos aqueles momentos. Mas também porque a revista ficou linda de chorar…

A publicação foi distribuída no mailing VIP da Volkswagen e foi condensada em multipages nas revistas Veja, Superinteressante, Quatro Rodas e Flashback.

Livro Fiat MIO

livrofiatmio

Um livro de peso para contar uma história fantástica: a construção coletiva do primeiro carro open source da história

Ao final da primeira fase do Projeto Fiat Mio, que durou quase dois anos e que culminou com a apresentação ao mundo, no Salão do Automóvel de São Paulo em 2010, do primeiro carro da história concebido colaborativamente, em plataforma aberta, entre a empresa e 17 000 consumidores, a AgênciaClick decidiu eternizar o projeto gerando um livro que contasse a história da revolução – como ela foi feita, os bastidores, os detalhes, quem foram os revolucionários e qual o papel de cada um na construção do projeto etc

Eu não apenas tive a honra e a sorte de ter sido o parceiro da AgênciaClick e da Fiat ao longo da construção do Fiat Mio como também tive a honra e a sorte de ter sido escolhido pela Click para contar essa história em livro. Com o auxílio luxuosíssimo de Crystian Cruz na arte e Kiko Ferrite nas fotos, concebemos o livro Fiat Mio – A história de uma revolução. Virou um livro arte. À altura (quero crer) da belíssima história que ele se propôs a contar.